Translate

quarta-feira, 1 de julho de 2015

TRÊS CORAÇÕES: O ARCO CIRÚRGICO E OS POLÍTICOS

Já no dia 15/2/2013 a diretoria do Hospital São Sebastião se reuniu com o então deputado federal Odair Cunha (PT/MG) solicitando recursos para a compra de aparelho Arco Cirúrgico, mas até hoje, passados mais de dois anos, nada foi conseguido pelo hoje secretário de Governo de Minas. 

Este Arco é um é um equipamento de radiologia portátil que posicionado sobre o paciente gera a imagem radiológica da região de interesse, digitalmente e em tempo real, durante a cirurgia. Possibilita uma melhor percepção da dimensão de profundidade e uma visualização mais precisa e nítida, o que favorece os procedimentos de diagnósticos e terapêuticos. É indicado especialmente na realização de intervenções de maior complexidade, como em Cardiologia, Cirurgia Vascular, Ortopedia, Neurologia, Urologia, Gastroenterologia, Cirurgia Geral, entre outras.

Muito bem, isso mostra que nem sempre o político consegue ou não se interessa em conseguir um benefício importante para a saúde da população, junto ao governo.

Por outro lado há políticos que possuem grande fortuna pessoal e que levam o nosso voto, como exemplo próximo temos a deputada Dâmina Carvalho (PMN/MG) que tanto fala em melhorias hospitalares, até mesmo para o hospital São Sebastião, mas até hoje sequer veio a Três Corações, depois de eleita. A Pergunta: ante a sua imensa fortuna pessoal não poderia a deputada doar para o Hospital São Sebastião esse Arco Cirúrgico? 

A deputada Dâmina já fez uma emenda ao orçamento destinando R$ 15 milhões em asfalto Para Três Corações, parece-me para ser usado próximo aos loteamentos do seu marido Carlos Alberto, mas ficou só nisso. Uma pena!

BOLETIM ACE: AMANHÃ (2/7) SEBRAE


SENAC DE TRÊS CORAÇÕES PROÍBE GARIS DE USAREM O SANITÁRIO

Olha ai um caso triste de preconceito feito por uma entidade que vive sob doação de empresas do comércio, no caso o SENAC. Duas garis pediram para usar o sanitário e foram barradas na portaria por uma funcionária, um caso lamentável, típico de falta de educação, que culminou com humilhação e preconceito a duas trabalhadoras.
É isso: + educação + trabalho + para quem quer crescer?

Dilma e Ricardo Pessoa batendo o martelo. Negócio fechado?

Lançamento da pedra fundamental do Estaleiro Paraguaçú, em 2013. Sem receber da Sete Brasil, já demitiu 7.200 trabalhadores. O empreendimento é da Odebrecht, OAS e UTC. O furo da foto foi do Antagonista, do Mainardi e do Sabino.

Dilma Rousseff afirmou que nunca esteve com Ricardo Pessoa, aquele empreiteiro que, ameaçado pelo tesoureiro do PT de perder negócios, teve que pingar R$ 7,5 milhões na campanha da presidente. À esquerda, vemos Dilma com o martelo na mão. O terceiro, à direita, é Ricardo Pessoa, também com um martelo na mão. Bater martelo é fechar negócio. Dilma não somente esteve com Pessoa, como também fechou "alguns" negócio com ele.

Alunos do Grupo Unis visitam maior feira de franquias no mundo

Um grupo de alunos do Centro Universitário do Sul de Minas visitaram a ABF Franchising Expo. Promovida pela Associação Brasileira de Franchising, mais de 400 expositores interessados marcaram presença, todos interessados em vender franquias aos empresários de todo o Brasil.

Alunos dos cursos de Processos Gerenciais, Administração Comércio Exterior, Logística e Publicidade e Propaganda puderam conhecer as estratégias das empresas expositoras, além de identificar novas oportunidades de negócio. “Foi uma oportunidade para os universitários visualizarem na prática os conhecimentos trabalhados em sala nas disciplinas empreendedorismo e gestão de marketing.

Em nossos cursos incentivamos os alunos a montarem seus próprios negócios. Neste sentido a Feira foi uma chance fantástica para os universitários analisarem a viabilidade de novos projetos e a repercussão dos mesmos no mercado, vivenciando, assim, empreendedorismo na prática”, relata coordenador da Gestão de Educação e Negócios, Prof. Luiz Gonzaga, que acompanhou os estudantes no evento.

Informativo: fechado a comentários

terça-feira, 30 de junho de 2015

BOLETIM ACE: ENTRE EM CONTATO


DO LEITOR - TRÊS CORAÇÕES: CAMINHÕES DE LIXO E A MÁ ADMINISTRAÇÃO

Ao não calcular, planejar e mesmo primariamente estruturar um departamento que viesse cuidar da coleta do resíduo sólido e hospitalar de nossa cidade, a atual administração deu mais uma vez mostra da incompetência que lhe é peculiar.
Há anos os serviços urbanos são comandados pelo notório Nivaldo lúcio da Costa, um cidadão suspeitíssimo, vide seu envolvimento na roubalheira em outra gestão.
Diversos fatores contribuem para que, mesmo com apenas dois caminhões compactadores, a coleta não funcione; citemos dois desses fatores: falta de treinamento de motoristas e garis, e ausência de logística.
Como conseqüência a sociedade que financia este desgoverno fica a mercê de toda sorte de situações .
Que deus nos livre deste mal.

GRUPO UNIS 50 ANOS


Lula tornou-se um líder com receituário vencido

Atordoados com o cheiro de enxofre que emana dos inquéritos da Lava Jato, deputados e senadores do PT reuniram-se com Lula na noite passada. Buscavam orientação. Encontraram um líder desorientado. Para evitar grampos companheiros, recolheram-se os celulares. A providência se revelaria premonitória. Evitou-se o registro em áudio de um Lula com o receituário vencido. 

Na economia, Lula aconselhou o petismo a virar a página. Avalia que, vencida a etapa do ajuste fiscal, deve-se trombetear a agenda do crescimento econômico. Disse isso horas depois de a Petrobras anunciar que decidiu lipoaspirar seus investimentos em 37% e vender US$ 42,6 bilhões do seu patrimônio para fazer caixa. 

Na política, o morubixaba da tribo petista aconselhou a infantaria partidária a erguer a cabeça e partir para cima da oposição. Mais cedo, o doutor Sérgio Moro, juiz da Lava Jato, avalizara um acordo de colaboração do lobista Milton Pascowitch. Apontado PF como operador de propinas da Construtora Engevix para o PT e para petistas como José Dirceu, Pascowitch é o 18º delator das petrorroubalheiras. 

De resto, Lula disse que o governo Dilma vive momentos dramáticos e precisa ser defendido pelo PT. Dias atrás, reunido com religiosos, o mesmo Lula soara como líder da oposição. Dissera que o prestígio de Dilma está “no volume morto”. E o do PT, “abaixo do volume morto”. 

Não bastasse cavalgar uma agenda vazia, Lula ainda ofende a inteligência alheia. No seu enredo, todos são culpados pela encrenca em que o petismo se meteu, menos ele. Esse comportamento é inútil, desonesto e paralisante. 

É inútil porque já não há quem ignore que a engrenagem que assaltou a Petrobras foi estruturada na sua gestão. É desonesto porque desconsidera que o fiasco econômico foi produzido por uma criação sua: o mito da gerente impecável. É paralisante porque o PT não sairá do lugar enquanto Lula não enxergar no espelho a imagem de um cúmplice da conversão do partido numa máquina coletora 100% financiada pelo déficit público. 

Lula manda sua tropa à guerra sem fornecer a munição. Não deu uma mísera explicação, por exemplo, sobre os pacotes de dinheiro que o empreiteiro-delator Ricardo Pessoa disse ter levado ao seu comitê de campanha em 2006. Nenhuma palavra também sobre as palestras que ninguém viu e que fizeram dele uma espécie de sócio-atleta do clube das empreiteiras. 

Antes de falar aos congressistas do PT, Lula reunira-se com o marqueteiro João Santana, aquele que vendeu Dilma por lebre na campanha presidencial do ano passado. Nesta terça-feira, antes de deixar Brasília, o grande líder terá um encontro reservado com o velho e bom aliado Renan Calheiros. Nesse ritmo, Lula acaba alcançando o objetivo de virar a página. Para trás.
(Josias de Souza)

Lobista que pagou R$ 400 mil de empresa de Dirceu faz delação e deixa prisão

Milton Pascowitch, preso desde abril pela Lava Jato, decide contar o que sabe do esquema de propinas na Petrobrás
Ricardo Brandt e Talita Fernandes, O Estado de S.Paulo
Lobista Milton Pascowitch, preso pela Lava Jato, acusado de pagar propina (Foto: Sergio Castro / AE)

O lobista Milton Pascowitch, que atuava como operador de propinas da construtora Engevix Engenharia, fechou acordo de delação premiada com a força-tarefa da Operação Lava Jato e deixou a prisão nesta segunda-feira, 29.
Ele se dispôs a confessar corrupção e lavagem de dinheiro e a contar o que sabe sobre o esquema de desvios na Petrobrás, em troca de uma possível redução de pena. Acusado de operar pagamentos de propina para a empreiteira Engevix, Pascowitch é dono da Jamp Engenheirose pagou R$ 400 mil do imóvel comprado por José Dirceu, onde funcionava a sede da empresa de consultoria do ex-ministro da Casa Civil (governo Lula), em São Paulo, a JD Assessoria e Consultoria Ltda.
A compra do imóvel da JD Assessoria é alvo central de inquérito da Polícia Federal que apura corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo Dirceu, a JD e seu irmão e sócio Luiz Eduardo Oliveira e Silva. Comprado por R$ 1,6 milhão, no ano em que ele começava a ser julgado no processo do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal, Dirceu registrou em cartório ter dado R$ 400 mil de recursos próprios no negócio.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Classe médica não é classe média - *Marcelo Simoni Pereira -

Este texto busca despertar reflexões acerca da situação da saúde em nosso país, mais especificamente do acesso às consultas médicas. O objetivo é responder à pergunta: até que ponto a classe médica se compromete com essa questão?

Não é necessário destacar que não há médicos suficientes para atender a população. No município em que moro, cidade de médio porte, no sul do Estado de Minas Gerais, algumas especialidades médicas simplesmente não existem (proctologista é um exemplo, apesar de todos os homens de média idade necessitarem desse profissional) e, mesmo as especialidades ofertadas provavelmente não podem atender o paciente num prazo minimamente decente, mesmo que o cidadão tenha um bom plano de saúde.

Algum leitor poderia pensar: “somente quem tem boas condições financeiras, para arcar com os altos custos de uma consulta particular, é quem consegue uma vaga ou um encaixe com um médico mais rapidamente”, mas esse pensamento também não corresponde à realidade. Até mesmo consultas particulares estão difíceis para prazos curtos.

Primeiramente não é difícil dizer porque os médicos são, dentre todos os profissionais de saúde, os que cobram maior valor por suas consultas (apesar de todas as profissões que lidam com saúde serem de relevância singular): a causa é justamente por serem os médicos tão escassos. Trata-se da lei da oferta e da procura; bastaria haver mais médicos, como o que ocorre com as demais profissões de saúde, para que o valor de uma consulta se tornasse mais popular.

No setor público, os médicos, em média, recebem acima de cinco vezes o que ganham os demais profissionais da área da saúde; não há dúvida de que é a escassez de médicos que faz com que os órgãos públicos tenham que gastar mais para mantê-los nos consultórios. Já os médicos, nem sempre cumprem a carga-horário estabelecida nos estatutos, oferecendo menos tempo de atendimento à população ainda que sejam remunerados acima da média em relação a outros profissionais. 

A análise para saber porque há tão poucos médicos disponíveis não é tão simples e carece de aprofundamento. Acredito que nem todos os médicos estejam empenhados diretamente em manter a oferta de sua profissão escassa, mas o Conselho Federal de Medicina e os Conselhos Regionais, com a concordância/negligência do Estado, podem ser responsabilizados pela política de não popularização da profissão. 

Sabemos que os trâmites burocráticos, para se criar uma faculdade de medicina, são infinitamente mais complicados do que de qualquer outra profissão; também sabemos que a fiscalização em torno das faculdades de medicina existentes é rigorosa (o que é bom, para que se tenha um mínimo de qualidade), mas sabemos também que, uma vez detectado algum problema, ao invés de tentarem acompanhar e investir forças para sanarem a irregularidade, os cursos são suspensos com maior facilidade que os das demais profissões. 

Outra questão importante que deve ser trazida à análise é referente aos valores cobrados para se graduar em uma faculdade de Medicina. Os custos são absurdamente superiores aos de qualquer outra profissão e, pela escassez de faculdades públicas, a profissão de medicina se torna elitizada (pessoas de origem da classe alta são as que mais frequentemente se tornam médicos).

Por último, gostaria de apontar mais um fator que desfavorece a oferta de médicos no mercado: trata-se do fato que, por ser uma profissão que goza de prestígio e status e por ter contato direto com um grande número de cidadãos, muitos médicos enveredam para a política, tornando-se vereadores, prefeitos, deputados e senadores.

Esta última questão tem duas implicações, uma talvez menos grave: o fato de um médico a mais no cargo de político representa um médico a menos nos consultórios; a outra implicação, talvez a mais séria de todas as abordadas neste texto, diz respeito às consequências após tornarem-se parlamentares (é fato que há um número considerável de médicos no Congresso Nacional): eles passam a ser responsáveis pela elaboração das políticas públicas, inclusive as referentes à saúde, ou seja, são os médicos eleitos que elaborarão as leis que disciplinarão toda a esfera de atividade que envolve a saúde. Seria ingenuidade esperar que medidas de parlamentares médicos sejam tomadas para desfavorecer sua classe (aumentar o número de médicos no país) e atender a sociedade.

Pelo exposto e analisado neste texto, parece que a classe médica se encontra quase blindada em seus interesses privados, e seria difícil esperar uma mudança nessa configuração que parta da própria classe médica ou dos políticos médicos.

Termino, prezados leitores, dizendo que há esperança em conseguirmos um acesso mais rápido aos consultórios médicos, mas dependerá diretamente da participação popular, da pressão e cobrança que fizermos aos políticos, para que eles despertem para esta delicada questão que envolve a classe médica.

*Marcelo Simoni Pereira é Mestre em Letras. msimonipereira@yahoo.com.br

TRÊS CORAÇÕES: CAMINHÃO SEM COLETOR VOLTA A CIRCULAR NA COLETA DE LIXO

Mais uma vez o caminhão caçamba faz a coleta de lixo. Este da foto fazia a coleta pelo Peró, e esparramava pelas ruas o fétido chorume, além de levar risco ao gari que fica sem amparo para se segurar.
O prefeito gastou uma nota preta na compra dos caminhões de coleta de lixo que constantemente quebram, mostrando que suas aquisições não foram estudadas, como era o esperado, o negócio era comprar.

Subindo no palanque

Pululam informes dizendo que o ex-presidente Lula rompeu de vez com Dilma e que chega hoje em Brasília para unir a companheirada contra ela. É a velha história do criador ceifando a criatura. A propósito, Ricardo Noblat hoje n'O Globo sugere que Lula negociará com o PMDB a substituição de Dilma por Temer. Tudo para em 2018 estar apto para se candidatar. A conferir.
(Migalhas)

BOLETIM ACE: SEBRAE


Guido Mantega é novamente hostilizado em restaurante

FRASE DO DIA

"Ladrão, palhaço, sem vergonha.
Vocês acabaram com o país"

DE UM FREGUÊS DE RESTAURANTE EM SÃO PAULO SE DIRIGINDO, ONTEM, NA HORA DO ALMOÇO, AO EX-MINISTRO GUIDO MANTEGA, DA FAZENDA

domingo, 28 de junho de 2015

Dilmistas em ação

Novo capítulo entre criador e criatura: agora, lulistas acham que a presidente Dilma Rousseff acredita que poderá ter clemência da oposição à medida que se afastar de Lula. Por isso, ele mandou um recado ao chamadonúcleo duro do Planalto. Já dilmistas ortodoxos começam a achar que ela deve responder e quaisquer novos ataques de Lula, com muita polidez, mas com total energia. Seria o suficiente para manter o ex-presidente mais a distancia.
(Giba)

sábado, 27 de junho de 2015

Planalto monta linha de defesa frágil para Dilma

Josias de Souza
Ao confirmar que transferiu R$ 7,5 milhões do dinheiro roubado da Petrobras para a tesouraria da campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2014, o empreiteiro Ricardo Pessoa transformou a presidente da República numa personagem irreconhecível —uma mistura de administradora ingênua com candidata distraída. Na presidência do Conselho de Administração da Petrobras, Dilma não viu a ação dos assaltantes. No palanque eleitoral, usufruiu do produto do roubo.
Consumado o constrangimento, o Planalto montou uma linha de defesa precária. Nesse enredo, a presidente continuará fazendo pose de aliada dos investigadores. Repetirá que a Lava Jato só avança porque os governos do PT criaram as condições. Tomará distância do caixa de sua campanha, mas ecoará o discurso de que o dinheiro da eleição foi 100% legal. E seus auxiliares cuidarão de realçar que as construtoras enroladas doaram verbas também a candidatos da oposição.
Essa linha de defesa é frágil porque exige que a plateia aceite Dilma como uma cega atoleimada. E supõe que a Procuradoria, o STF o próprio TSE aceitarão passivamente a conversão da Justiça Eleitoral em lavanderia de verbas mal asseadas. Se tudo funcionar como planejado, Dilma chega ao final do mandato como uma presidente de desenho animado.
Às vezes parece faltar-lhe o chão. Mas Dilma continua caminhando no vazio. Se reconhecer que está pisando em nada, despencará. Acha que, simulando que não se deu conta, conseguirá atravessar o abismo. Torce para que ninguém estranhe nada e para que não lhe façam muitas perguntas. Só não pode olhar para baixo.

TRÊS CORAÇÕES: VANJA FERREIRA DEIXA A DIRETORIA DO COLÉGIO APLICAÇÃO (UNINCOR)

Parece que agora é certo. A diretora do Colégio Aplicação (UninCor), Vanja Ferreira, está deixando o cargo. A relação entre a Vanja e a maioria dos pais dos alunos nunca foi amistosa. A sua substituta poderá ser a professora Eugênia Reis, ex-Nova Geração (Grupo Unis).

Delator 'abre a comporta' e aponta 18 que teriam recebido dinheiro de esquema, diz revista

'Veja' listou nomes supostamente delatados por empreiteiro dono da UTC. Ricardo Pessoa teve acordo de delação premiada homologado pelo STF.
Do G1, em Brasília



Reportagem publicada na edição deste fim de semana da revista “Veja” relaciona os nomes de 18 políticos supostamente citados pelo dono da construtora UTC, Ricardo Pessoa, como beneficiados com dinheiro oriundo do esquema de corrupção na Petrobras.
A revista informa que teve acesso ao acordo de delação premiada assinado por Pessoa com o Ministério Público Federal. O acordo foi homologado na última quarta-feira (24) pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF). 
O presidente da UTC, que está preso em regime domiciliar, é apontado como chefe do cartel formado por construtoras que combinavam entre si preços de licitações da Petrobras.
A reportagem afirma que o empresário disse ter usado dinheiro adquirido com o esquema de corrupção envolvendo contratos da Petrobras para fazer doações oficiais a campanhas de candidatos de PT, PTB, PMDB, PSDB e PP.
Segundo a publicação, Pessoa citou os seguintes nomes, com os respectivos valores que teriam sido doados:
- Campanha de Dilma Rousseff em 2014: R$ 7,5 milhões.
- Campanha de Luiz Inácio Lula da Silva em 2006: R$ 2,5 milhões.
- Ministro Edinho Silva (PT), ex-tesoureiro da campanha de Dilma: valor não informado.
- Ministro Aloizio Mercadante (PT): R$ 250 mil.
- Senador Fernando Collor (PTB-AL): R$ 20 milhões.
- Senador Edison Lobão (PMDB-MA): R$ 1 milhão.
- Senador Gim Argello (PTB-DF): R$ 5 milhões.
- Senador Ciro Nogueira (PP-PI): R$ 2 milhões.
- Senador Aloysio Nunes (PSDB-SP): R$ 200 mil.
- Senador Benedito de Lira (PP-AL): R$ 400 mil.
- Deputado José de Fillipi (PT-SP): R$ 750 mil.
- Deputado Arthur Lira (PP-AL): R$ 1 milhão.
- Deputado Júlio Delgado (PSB-PE): R$ 150 mil.
- Deputado Eduardo da Fonte (PP-PE): R$ 300 mil.
- Prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT-SP): R$ 2,6 milhões.
- Ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto: R$ 15 milhões.
- Ex-ministro José Dirceu: R$ 3,2 milhões.
- Ex-presidente da Transpetro Sergio Machado: R$ 1 milhão.
A colaboração de Pessoa com a Justiça vinha sendo ajustada há cerca de um mês. Os acordos de delação preveem que o acusado dê informações sobre delitos cometidos e aponte meios de obtenção de prova, em troca de redução de pena numa futura condenação.De acordo com "Veja", durante os depoimentos prestados em Brasília ao longo de cinco dias, Pessoa descreveu como financiou campanhas e distribuiu propinas.
O acordo de Ricardo Pessoa foi submetido ao STF devido à menção de nomes de autoridades com foro privilegiado – isto é, que só podem ser julgados pelo Supremo –, como ministros e parlamentares.
Campanhas presidenciais
Segundo relato da revista "Veja", o empreiteiro apresentou ao Ministério Público planilhas com os valores das propinas e contou como fazia os repasses.
De acordo com a publicação, ele disse que teve três encontros em 2014 com o atual ministro da Comunicação Social do governo Dilma, Edinho Silva, à época tesoureiro da campanha da petista.
Pessoa contou, diz a reportagem, que Edinho Silva afirmou a ele: “Você tem obras na Petrobras e tem aditivos, não pode só contribuir com isso. Tem que contribuir com mais. Eu estou precisando”.
O valor combinado foi de R$ 10 milhões, de acordo com a revista. O empresário teria informado que o acerto dos pagamentos foi feito diretamente com um servidor do Palácio do Planalto.
Primeiro, relata "Veja", houve dois depósitos, cada um de R$ 2,5 milhões, em 5 e 30 de agosto de 2014. Os outros R$ 5 milhões seriam pagos após as eleições, mas Pessoa só depositou a metade desse valor porque foi preso em novembro.
A reportagem diz também que o dono da UTC relatou às autoridades como eram feitos os pagamentos para a campanha de Lula em 2006. Segundo “Veja”, Pessoa disse aos procuradores do Ministério Público que, junto com um executivo da empresa, levava pessoalmente os pacotes de dinheiro para o comitê da campanha do ex-presidente.
Os repasses totalizaram R$ 2,4 milhões e, segundo Pessoa teria afirmado na delação premiada, eram combinados com José de Filippi Júnior, tesoureiro da campanha e hoje secretário de Saúde da Prefeitura de São Paulo.
Conforme o relato da revista, Pessoa combinava uma senha e uma contrassenha para não chamar atenção no comitê petista. Ao chegar ao local com o dinheiro, afirmou "Veja", ele dizia para quem o recebesse a palavra “tulipa” e, se ouvisse como resposta a palavra “caneco”, seguia para a sala de Fillipi Júnior.
Os valores, segundo o delator teria afirmado, saíam de uma conta de um consórcio na Suíça, que além da UTC contava com as empresas Iesa, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão, todas investigadas na Lava Jato e detentoras de contratos milionários na Petrobras.
Vaccari Neto
Pessoa também falou aos procuradores, segundo a “Veja”, sobre encontros com o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, preso na operação Lava Jato em abril.
O empresário teria dito na delação premiada que conheceu Vaccari no primeiro mandato do ex-presidente Lula e que a relação se intensificou a partir de 2007. Pessoa informou, relatou a revista, que, por orientação do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, também investigado na Operação Lava Jato, passou a tratar de assuntos do esquema com o então tesoureiro.
Ainda de acordo com a reportagem, Pessoa contou que “bastava a empresa assinar um novo contrato com a Petrobras que o Vaccari aparecia para lembrar: ‘Como fica o nosso entendimento político?'”.
“Veja” diz que, na versão de Pessoa, ele e Vaccari se encontravam regularmente. O empreiteiro contou, segundo a reportagem, que Vaccari ia à sede da UTC e, nos encontros no gabinete de Pessoa, o ex-tesoureiro rabiscava em um papel os valores que pedia, para evitar ser gravado. Depois rasgava os papeis e jogava os restos em lixeiras diferentes.
Ainda de acordo com a revista, Vaccari deixava as reuniões com uma mochila cheia de dinheiro. Foi tudo filmado, segundo a “Veja”.
O empresário teria afirmado no depoimento em delação premiada que, em um único contrato com a Petrobras, o da construção do polo petroquímico Comperj, no Rio de Janeiro, a UTC repassou R$ 15 milhões em propinas ao PT.
Segundo ele, a empresa Odebrecht, também integrante do consórcio do Comperj, se comprometeu a pagar a fatia da propina destinada ao PP, de acordo com o relato da revista. 
CPI e TCU
Na delação premiada, segundo a “Veja”, Pessoa disse também que pagou R$ 5 milhões ao vice-presidente da CPI da Petrobras no Senado no ano passado, ex-senador Gim Argello (PTB-DF), a fim de que não fosse intimado a depor no colegiado.
O empresário também revelou, segundo narrou a revista, ter pago uma mensalidade ao advogado Tiago Cedraz, filho do atual presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), de R$ 50 mil a partir de junho de 2012. O TCU é responsável por fiscalizar contratos e obras do governo federal.
Segundo Pessoa teria declarado na delação premiada, ele pagava Tiago Cedraz para obter o que chamava de “informação de inteligência”. Em 23 de janeiro do ano passado o empresário chegou a pagar R$ 1 milhão ao advogado para que ele fizesse lobby no TCu a favor da UTC em um processo sobre a construção da usina nuclear de Angra 3.
O que dizem os políticos
Leia abaixo o que disseram políticos que teriam sido citados na delação premiada por Ricardo Pessoa, segundo a revista "Veja":
Aloizio Mercadante, ministro da Casa Civil
Tendo tomado conhecimento, nesta sexta-feira, 26, por meio de veículos de imprensa, sobre suposta citação ao meu nome em delação premiada do senhor Ricardo Pessoa, presidente da UTC, tenho a esclarecer que:
1. Desconheço o teor da delação premiada do senhor Ricardo Pessoa;
2. A empresa UTC, por ocasião da campanha ao Governo do Estado de São Paulo, em 2010, fez uma única contribuição, devidamente contabilizada e declarada à Justiça Eleitoral, no valor de R$ 250 mil reais, conforme demonstrado em minha prestação de contas aprovada pela Justiça Eleitoral. Essa doação foi feita em 27 de agosto de 2010, com recibo eleitoral nº 13001092079.
3. A empresa Constran Construções, que pertence ao mesmo grupo, fez uma contribuição, também devidamente contabilizada e declarada à Justiça Eleitoral, no valor de R$ 250 mil reais, conforme demonstrado em prestação de contas aprovada pela Justiça Eleitoral. Essa doação foi feita em 29 de julho de 2010, com recibo eleitoral nº 13001092017.
Assessoria de Imprensa
Aloysio Nunes Ferreira, senador (PSDB-SP)
Nota à imprensa sobre matéria da revista Veja
Brasília – A quantia mencionada nas reportagens que tratam da delação premiada do ex-presidente da UTC, Ricardo Pessoa, foi efetiva e legalmente arrecadada pelo comitê de minha campanha ao Senado em 2010. A doação foi feita conforme a Lei, consta da prestação de contas encaminhada à Justiça Eleitoral, sendo por ela aprovada e está publicada na Internet para conhecimento de todos, há mais de quatro anos. Não tenho, portanto, nada a esconder quanto a esse episódio, tampouco estou sendo acusado de coisa alguma.
Em 2010, não havia operação Lava Jato e eu, como a imensa maioria dos brasileiros, não tinha conhecimento das relações promíscuas entre a UTC e a Petrobras.
Nunca fui procurado por Ricardo Pessoa, nem antes e nem depois da campanha, para patrocinar pleitos junto à Petrobras, uma vez que, entre outras razões, é pública e notória a minha frontal oposição ao governo petista, à sombra do qual esse senhor prosperou. Aliás, não conheço Ricardo Pessoa; nunca o vi mais gordo e muito menos mais magro.
Fica a interrogação: a quem interessa, agora, misturar uma contribuição que seguiu estritamente os parâmetros legais (e há muito divulgada na Internet), com toda essa história sórdida, de dinheiro sujo, roubado da Petrobras por essa organização criminosa instalada no topo da empresa pelos governos do PT?
Aloysio Nunes Ferreira, Senador (PSDB-SP)
Brasília, 26 de junho de 2015
Arthur Lira, deputado (PP-AL)
Todas as doações feitas para a campanha do deputado Arthur Lira estão registradas.
Assessoria de imprensa do deputado Arthur Lira.
Benedito de Lira, senador (PP-AL)
A campanha de 2010 recebeu uma doação da empresa Constram Engenharia no valor de 400 mil reais, valor que está declarado na prestação de contas que o Senador Benedito de Lira entregou ao Tribunal Regional Eleitoral.
Ciro Nogueira, senador (PMDB-PI)
O G1 ligou entrou em contato com a assessoria do senador e, até a última atualização desta reportagem, não havia recebido uma resposta do parlamentar.
Edinho Silva, ministro da Comunicação Social
O Ministro Edinho Silva esteve com o empresário Ricardo Pessoa por 3 vezes para tratar de doações de campanha. A primeira, quando o conheceu, foi quando o empresário esteve no comitê da campanha em Brasília. O empresário, após o primeiro contato, organizou o fluxo de doações em 3 parcelas que totalizaram 7,5 milhões de reais. O Ministro Edinho jamais tratou de assuntos relacionados a qualquer empresa, ou órgão público com o referido empresário. As contas da campanha presidencial de Dilma Rousseff foram auditadas e aprovadas por unanimidade pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Assessoria de Imprensa do Edinho Silva
Edison Lobão, ex-ministro e senador (PMDB-MA)
O advogado do senador Edison Lobão, Antonio Carlos de Almeida Castro afirmou que a reportagem repete delações anteriores que na opinião dele, já foram desmentidas. Segundo o advogado, “nem o Ministério público confirma as delações que estão sendo postas”. 
“Estamos vivendo a República das delações. Tirando o desgaste político, tecnicamente não me preocupa. As delações são tantas no Brasil que elas se entrelaçam e depois não se comprovam”, declarou.
Fernando Collor, senador (PTB-AL)
O G1 não havia conseguido contato com o senador até a última atualização desta reportagem.
Fernando Haddad, prefeito (PT)
O prefeito Fernando Haddad desconhece as informações relatadas e reafirma que as doações e despesas de sua campanha foram devidamente declaradas à Justiça Eleitoral. O saldo devedor, após o fim da campanha, foi absorvido e posteriormente quitado pelo Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores.
Assessoria de Imprensa – Secom
Gim Argello, ex-senador
O G1 não havia conseguido contato com o ex-senador até a última atualização desta reportagem.
João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT
A defesa de Vaccari diz que "não tem conhecimento oficial do conteúdo da delação premiada de Ricardo Pessoa.
Reitera que o Sr. Vaccari jamais solicitou doações ao PT, com origem ou destino de caixa dois.
Cumprindo seu dever de tesoureiro, a partir de 2010, o Sr. Vaccari solicitou doações, a pessoas físicas e jurídicas, destinadas ao Partido dos Trabalhadores, todas elas legais, por via bancária, com emissão de recibos e sob fiscalização das autoridades competentes".
José Dirceu, ex-ministro
NOTA À IMPRENSA
O ex-ministro José Dirceu reitera que o contrato com a UTC, assinado em fevereiro de 2012, teve o objetivo de prospecção de negócios para a construtora fora do Brasil, em especial no Peru e na Espanha. A UTC, em comunicado anterior, confirmou à imprensa que a JD Assessoria e Consultoria prestou serviços no exterior.
Importante destacar que a própria defesa de Ricardo Pessoa não confirma a autenticidade das planilhas e que não comentaria as informações porque a delação é sigilosa.
José de Fillipi, secretário de saúde de São Paulo e ex-tesoureiro de campanha de Lula (PT-SP)
Nota à Imprensa
Em relação às supostas informações prestadas pelo senhor Ricardo Pessoa em depoimento de delação premiada à Justiça, esclareço que:
Durante a campanha de 2010 mantive contatos de forma transparente com diversas empresas em busca de doações eleitorais, portanto legalmente registradas, incluindo o senhor Ricardo Pessoa;
Todas as doações feitas pela UTC foram realizadas via Transferência Eletrônica Direta (TED) e devidamente registradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral;
Não solicitei e nem recebi doação que não seja legal;
Os dados das prestações de contas são públicos e estão disponíveis no site do TSE para consulta
Atenciosamente,
José de Filippi Jr.
Júlio Delgado, deputado (PSB-MG)
Repudio veementemente qualquer esforço de vinculação de meu nome aos esquemas de corrupção que sustentam o mercado negro da política e corróem o caráter do Estado Brasileiro.
Essa tentativa de intimidação não vai alterar minha postura parlamentar, muito menos influenciar em minha atuação na CPI da Petrobras. Até o último suspiro da Comissão vou trabalhar incansavelmente para investigar as organizações criadas para desviar recursos públicos, e cujas consequências são sentidas por toda a sociedade brasileira.A doação feita pela empresa UTC, e inapropriadamente creditada a mim, foi destinada, na verdade, ao Diretório Estadual de Minas Gerais do Partido Socialista Brasileiro (PSB).
Não recebi qualquer quantia oferecida pela empreiteira. Esses valores foram distribuídos entre pouco mais de uma dezena de candidados do partido, nenhum centavo foi transferido à minha campanha, e todas as operações estão declaradas à Justiça Eleitoral.
PT
A Secretaria de Finanças do PT informa, por intermédio de sua assessoria de imprensa, que todas as doações recebidas pelo partido aconteceram estritamente dentro da legislação vigente e foram posteriormente declaradas à Justiça.
Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro
Por meio de sua assessoria de imprensa, o ex-presidente da Transpetro Sergio Machado informou que "nega com veemência a acusação" publicada pela revista Veja.
Tiago Cedraz, advogado
O G1 não havia conseguido contato com o advogado até a última atualização desta reportagem. Em nota, o TCU disse que, no processo no qual Tiago Cedraz supostamente havia feito lobby em favor da UTC, o ministro relator Raimundo Carreiro "agiu agiu com todo o rigor técnico que o caso exigia, tendo recomendado correções, exigido acompanhamento por parte da unidade técnica do tribunal e inclusão do empreendimento no rol de obras constantes do planejamento de fiscalização de obras do TCU".

ACUPUNTURA


TRÊS CORAÇÕES: BLOQUETES JÁ ENTREGUES HOJE (27) CEDO. ADMINISTRAÇÃO SE CALA

Bem diletos leitores e amigos. Em relação à postagem abaixo dando conta da venda de bloquetes de propriedade da prefeitura e negociado por aquela 'turma' do almoxarifado com um particular lá dos lados do São Bentinho, hoje, por volta das 9hs, saiu um caminhão Mercedão, com frete particular, da Usina da Colônia carregado com os bloquetes para entrega ao criminoso (receptador) comprador. A seguir foi feita a viagem restante.
É isso, furto e negociata à luz do dia. Brincadeira essa Prefeitura, perderam a vergonha de vez!

sexta-feira, 26 de junho de 2015

RÁDIO PEÃO ANUNCIA VENDA DE BLOQUETES NO ALMOXARIFADO DA PREFEITURA DE TRÊS CORAÇÕES

A Rádio Peão em curta emissão noticiou que três (3) caminhões de bloquetes foram vendidos por aquela turminha do almoxarifado par um comprador lá pelos lados de São Bentinho. Segundo a Rádio a turminha até fretou o caminhão. Essa venda de bloquestes, de propriedade do município, deve dar um boa 'grana' aos espertalhões que agem livremente, afinal, estão claudetes.

ANDAMENTO PROCESSUAL DO TRF1 ONDE O PREFEITO CLÁUDIO, DE TRÊS CORAÇÕES, É ACUSADO DE ESTELIONATO MAJORADO POR FALSIFICAÇÃO DE GUIAS DO SUS


BARÃO DE MAUÁ - NOVO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO BARÃO EAD

Polo Sigma - Telefones : (35) 3232-4316 / 3235-1992

CEMIG E COPASA E A FALTA DE VERGONHA DOS POLÍTICOS DE TRÊS CORAÇÕES

A Taxa de Esgoto cobrada ilegalmente pela Copasa (não realiza o que promete, mas tem a coragem de cobrar), e o aumento abusivo da Contribuição de Iluminação Pública -CIP- cobrada na conta da CEMIG, são dois assaltos ao bolso do contribuinte com a participação direta do prefeito e vereadores de Três Corações.
A falta de vergonha grassa entre os políticos tricordianos.

PF: empresário bancou até resort para Pimentel



Subordinada ao ministro petista José Eduardo Cardozo (Justiça), a Polícia Federal guerreia contra mais um nomão do PT: o governador mineiro Fernando Pimentel, amigo de Dilma Rousseff dos tempos de guerrilha.
Pimentel sustenta que a PF exorbita para constranger Minas Gerais. Porém, o ministro Herman Benjamin, do STJ, avaliou que os indícios colecionados contra o recém-eleito governador de Minas são fortes o bastante para justificar a abertura de um inquérito. Inquérito contra Pimentel, não contra Minas..
A PF suspeita que Pimentel e a mulher dele, Carolina de Oliveira Pereira, fizeram um passeio pelo Código Penal. Apura-se, por ora, a prática de três crimes: corrupção, lavagem de dinheiro e participação numa organização criminosa encabeçada pelo empresário Benedito Oliveira.
Benedito pagou até resort para o casal Pimentel-Carolina, sustenta a PF. Ao custo de R$ 12,127,50, hospedou-os por dois dias no resort Kiaroa, na praia baiana de Maraú. Coisa fina.
A polícia comandada pelo companheiro Cardozo diz que, além da estadia, Benedito bancou o deslocamento em jato particular. Tudo isso na época em que Pimentel ainda era ministro do Desenvolvimento.
A verba do resort vira dinheiro de troco perto das cifras que a PF diz que foram borrifadas na caixa registradora de uma empresa da mulher de Pimentel: R$ 3,6 milhões entre 2012 e 2014. Verbas provenientes de empresas enganchadas na carteira de crédito do bom e velho BNDES.
(Josias de Souza)

Pimentel enrola-se na bandeira de Minas para criticar a Polícia Federal

A autonomia de Minas enquanto Estado da Federação não está comprometida pelo trabalho da polícia. Fernando Pimentel e Minas não são a mesma coisa

Ricardo Noblat
Desconstruindo a nota oficial emitida por Fernando Pimentel, governador de Minas Gerais, sobre a operação de busca e de apreensão de documentos e objetos realizada pela Polícia Federal, ontem, em endereços de Belo Horizonte, Brasília, Rio e São Paulo:
A operação de busca e apreensão pretendida contra o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, e a realizada na manhã desta quinta-feira, 25 de junho, no seu antigo escritório particular, em Belo Horizonte, é a extensão da arbitrariedade cometida anteriormente, quando os policiais estiveram no apartamento de sua esposa, em Brasília.
Com base somente em ilações e deduções fantasiosas, essa investigação prossegue eivada de irregularidades, tanto que os pedidos para a realização de busca e apreensão nas sedes do governo de Minas Gerais, na residência oficial e na residência particular do governador, e ainda em relação a sua esposa, foram negados pelo ministro Herman Benjamin, do Superior Tribunal de Justiça, por considerá-los desarrazoados.
Concluída a busca e apreensão em uma escala menor do que a pretendida pela Polícia Federal, o ministro Herman Benjamin autorizou a abertura de inquérito contra Pimentel. Esse é um passo adiante para aprofundar as investigações.
É importante ressaltar que o órgão competente negou à Polícia Federal o prosseguimento de atos sem base legal e sem fundamentação em fatos que os justificassem. Embora oportunamente impedida, esse tipo de arbitrariedade merece o repúdio da sociedade civil. O governador e sua esposa reafirmam sua confiança na Justiça e colocam-se, como sempre estiveram, à disposição das autoridades para qualquer esclarecimento, o que torna desnecessária e abusiva a reiterada tentativa de utilizar esse tipo de medida policial.
A esperteza rasteira da defesa de Pimentel está em dedicar quase toda a nota à condenar o pedido da Polícia Federal para apreender documentos nas sedes do governo de Minas, na residência oficial e na residência particular do governador. Ora, o pedido foi rejeitado, mas isso não desqualifica o trabalho da Polícia Federal até aqui. Do contrário o inquérito não teria sido aberto. A Polícia Federal age mediante ordem judicial.
Todas as providências necessárias para assegurar o respeito ao direito individual, à legalidade e à autonomia federativa serão tomados para coibir o abuso e a arbitrariedade na condução do inquérito policial. Resistiremos a qualquer tentativa de impor a Minas Gerais constrangimentos indevidos e antirrepublicanos.
A autonomia de Minas enquanto Estado da Federação não está comprometida pelo trabalho da polícia. Fernando Pimentel e Minas não são a mesma coisa. No momento, ele é governador de Minas.
Querer confundir-se com o Estado que governa é um truque velho para tentar atrair a solidariedade dos governados. Não é Minas que está sendo alvo de constrangimentos, mas o seu eventual governador.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

HABEAS CORPUS: LULA

– Atualização feita às 15h51 desta quinta-feira (25): A Justiça indeferiu o pedido de habeas corpus preventivo protocolado em favor de Lula. Tachada na decisão judicial de “aventura jurídica'', a petição é de autoria de Maurício Ramos Thomaz, um morador de Sumaré (SP). Ele alega que agiu para evitar a prisão de Lula por razões políticas.

Mulher de Pimentel do PT recebeu R$ 3,6 milhões de clientes do BNDES na época em que o marido comandava o banco.

A Oli Comunicação, que pertence a Carolina Oliveira, mulher do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), recebeu pagamentos milionários de empresas que firmaram contratos com BNDES, afirma a Polícia Federal. Parte dos repasses ocorreu entre 2012 e 2014, período em que Pimentel era ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio –pasta à qual o BNDES é vinculado. 
As transações financeiras foram identificadas pela PF durante a investigação referente à Operação Acrônimo, que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro envolvendo o empresário Benedito Rodrigues, o Bené, amigo pessoal do governador de Minas. 
A Folha de SP teve acesso à decisão do ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Herman Benjamin, autorizando a segunda etapa da operação, deflagrada nesta quinta-feira (25) e que teve como alvo uma empresa que já pertenceu a Pimentel e a agência de comunicação Pepper, que executa a comunicação do PT nas redes sociais e é responsável pela página não oficial de Dilma Rousseff no Facebook. 
Na representação enviada à Justiça, a PF informou que a Oli Comunicação e empresas que trabalhavam em parceria com a de Carolina receberam cerca de R$ 3,6 milhões entre 2011 e 2014.Nos pedidos de busca e apreensão feitos à Justiça, a polícia sustenta que parte dos pagamentos "poderiam ter, em última análise, como destinatário o então ministro de Estado titular do MDIC". 
A PF aponta os grupos Marfrig e Casino (controlador do Pão de Açúcar) como autores de repasses de R$ 595 mil e R$ 362,8 mil, respectivamente. A defesa de Carolina e Pimentel esclarece que essas transferências não foram para a Oli Comunicação, mas, sim, para a MR Consultoria. As duas empresas assinaram contratos de prestação de serviço, segundo a PF.

CLÁUDIO HUMBERTO: LAVA JATO LULA ENTRA COM HABEAS CORPUS NA JUSTIÇA FEDERAL DO PARANÁ

LULA IMPETRA HABEAS CORPUS PREVENTIVO CONTA PRISÃO NA LAVA JATO
Publicado: 25 de junho de 2015 às 11:58 - Atualizado às 12:33
Tiago de Vasconcelos
O EX-PRESIDENTE LULA JÁ HAVIA REVELADO A ALIADOS O TEMOR DE VIRAR ALVO DA LAVA JATO. FOTO: FÁBIO MOTTA/AE
O ex-presidente Lula ingressou com pedido de habeas corpus junto ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, sediado em Porto Alegre, contra o Juízo Federal Criminal Federal de Curitiba, que coordena as ações da Operação Lava Jato.
Lula já havia confessado a aliados o seu temor de se transformar em alvo da Lava Jato, sofrendo mandados de busca e apreensão, de condução coercitiva ou mesmo de prisão.
O haberas corpus de Lula foi distribuído para o desembargador João Pedro Gebran Neto, do TRF-4, que julga recursos de implicados na Operaçao Lava Jato. O habeas corpus foi impetrado naquele tribunal porque ele tem jurisdição sobre os estados do sul, incluindo o Paraná. No pedido, Lula aparece como solicitante e o juiz Sergio Moro como requerido.
O assunto do processo nº 5023661-46.2015.4.04.0000 tem como assuntos a "Lavagem ou Ocultação de Bens, Direitos ou Valores Oriundos de Corrupção" e também a "Prisão Preventiva" e como “impetrante”, ou autor da ação, o ex-presidente Lula. Para ver o processo,clique aqui ou veja abaixo os detalhes do processo.
A assessoria de imprensa do Instituto Lula negou ao Diário do Poder que o ex-presidente ou qualquer representante, seja o autor da ação, que tem como ação originária um dos processos no âmbito da operação Lava Jato, contra o ex-diretor da area Internacional da Petrobras Nestor Cerveró. Mais informações em instantes.



LULA: ANDAMENTO PROCESSUAL DO TRF 4


LULA ENTRA COM HABEAS CORPUS PREVENTIVO PARA EVITAR PRISÃO

Fontes deste Blog, ligado a informações, afirmam que o ex-presidente Lula entrou na noite de ontem com um habeas corpus preventivo n 50523661-46.2015.4.04.00 no TRF 4. Segundo informação o Juiz Moro está pedindo sua prisão no processo Lava Lato por ocultação e sonegação de bens.

Logo mais novas informações.

A ilusória visão lulopetista de que o Planalto tudo pode

É equivocado Lula e seguidores cobrarem alguma proteção nas investigações da Lava-Jato, porque Justiça, MP e PF são do Estado brasileiro, não de governos
Editorial O Globo
Da lista de causas do desgosto de Lula com Dilma e governo — o ajuste, a coordenação política etc. —, consta um mal-estar específico com a suposta leniência da presidente, e do próprio PT, diante de suspeições sobre o relacionamento do ex-presidente com empreiteiras.
Quanto ao PT, é difícil imaginar o que poderia fazer o partido na tentativa de blindar seu líder supremo — além de declarações e notas oficiais de praxe —, pois ele próprio não está nada bem nas investigações da Lava-Jato.
Se, com relação a Lula, o que existe até agora são ilações, acerca do PT há provas testemunhais e documentais de algum tipo de envolvimento de políticos da legenda com dinheiro desviado da Petrobras pelo esquema do petrolão. Pode ser que não soubessem que propinas estavam sendo “lavadas” na conversão em doações legais na Justiça eleitoral, mas parece haver provas contundentes da irrigação das finanças petistas e outras — partido e políticos —, por dinheiro da corrupção na Petrobras. Além de enriquecimento pessoal.
É com base nessas provas que o juiz federal Sérgio Moro tem mantido presos, a pedido do Ministério Público, executivos e acionistas de empreiteiras, e até mesmo o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto. E nem sempre instâncias superiores têm aceitado pedidos de habeas corpus para os detidos, sinal de que há consistência na argumentação do juiz e promotores.
É possível que Lula e seguidores quisessem que Dilma e ministros reprovassem a atuação de Moro, MP e Polícia Federal. Como é provável que esperassem que o companheiro ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a quem a Polícia Federal está formalmente subordinada, fizesse alguma gestão na corporação para ajudá-los.
Parece que o próprio Lula esqueceu o histórico do mensalão, o escândalo-símbolo dos seus oito anos de Planalto. Mesmo com o PT tendo nomeado boa parte dos ministros do Supremo que julgaram aquele processo, petistas ilustres foram condenados.
O lulopetismo já deveria entender que o Brasil tem uma diferença radical e positiva em relação a Venezuela e Argentina, dois países de que os petistas são admiradores: as instituições republicanas brasileiras estão cada vez mais fortes.
E com o mensalão, a Justiça, o Ministério Público e a própria Polícia Federal ganharam ainda mais contraste diante do governante de turno. É inimaginável no Brasil contemporâneo que o Planalto tenha alguma margem para manobrar na defesa de algum interesse que não seja o da lei junto ao Ministério Público, autônomo desde a Carta de 1988, ao poder independente do Judiciário e mesmo perante à PF, colocada na hierarquia do Ministério da Justiça, mas típico organismo de Estado, com prerrogativas próprias.
A estrela do PT flagrada no Alvorada em 2004 (Foto: Ronaldo de Oliveira / CBPress)A estrela do PT flagrada no Alvorada em 2004 (Foto: Ronaldo de Oliveira / CBPress)

quarta-feira, 24 de junho de 2015

VESTIBULAR 2015/2 UNINCOR


Anúncio: fechado a comentários

RÁDIO PEÃO DIVULGA EXONERAÇÃO

Bem diletos leitores e amigos. A Rádio Peão voltou ao ar explicando que está funcionando em local não sabido dentro da próprio da municipalidade, ante a ação de vândalos que, a mando, desejam destruir seus transmissores. Explicando a grave ameaça aos seus ouvintes, eis a notícia: O motorista da SEDUC, Vanderlei Soares, 60 anos, aquele que dirigia a Kombi que pegou fogo há alguns meses por falta de manutenção (ele retirou a tempo todas as crianças do veículo) acaba de ser exonerado a mando do prefeito. A exoneração está causando revolta entre os servidores, eis que ele não teve culpa nenhuma no episódio, pelo contrário, sua firme atuação retirando os pequenos escolares foi aplaudida. Segundo a Rádio Peão, na garagem da SEDUC tem 4 (quatro) chefes contratados, todos ganhando como chefes em uma garagem que mal cabem cinco pessoas. Isso explica o porquê do motorista Vanderlei ser usado como “boi de piranha”. Crueldade! Encerrou a Rádio Peão.

Dilma saúda a MANDIOCA e se transforma em MULHER SAPIENS

DILMA FAZ DISCURSO CONFUSO E PALAVRÓRIO SUGERINDO SEGUNDAS INTENÇÕES


Presidente Dilma Rousseff discursa durante solenidade de lançamento dos I Jogos Mundiais dos Povos Indígenas
A presidente Dilma Rousseff demonstrou nessa terça-feira (23) que anda sentindo o reflexo da crise econômica e política que avança sobre o governo. A prova disso aconteceu em Palmas, no Tocantins, onde a presidente discursou durante cerimônia de lançamento do I Jogos Mundiais dos Povos Indígenas. Ela arrancou risos da plateia e também provocou constrangimento com palavras desconexas e de duplo sentido.

Ao se referir ao principal alimento dos povos índigenas, Dilma fez a seguinte consideração: "Nós temos a mandioca e estamos comungando a mandioca com o milho. Uma das maiores conquistas do Brasil". Ao receber uma bola de folha de bananeira, de um participante da Nova Zelândia, a presidente emendou outro comentário estranho. "Símbolo (a bola) da nossa evolução porque nós nos transformamos em homosapiens ou mulheres sapiens", avaliou Dilma. (veja o vídeo abaixo)
E as frases de Dilma não pararam por aí. Ao brincar com o prefeito de Palmas, o colombiano Carlos Amastha, a presidente disparou: "eu não tenho condições de participar de uma corrida de toras". Dilma também não poupou o correligionário e governador do Piauí, Wellignton Dias (PT) da 'brincadeira presidencial'. Usando da ascendência índigena do governador, também conhecido por Índio, ela soltou mais uma frase pouco compreensível: "Se ele pular uma janela, pode pular atrás, porque pode ter a certeza que ele achou alguma coisa absolutamente fantástica"(Estado de Minas)

.

De dentro da cadeia, Marcelo Odebrecht é flagrado pela PF orientando advogados a destruir provas.




A Polícia Federal informou à Justiça ter apreendido, por volta de 22 hs da segunda-feira, 22, um bilhete manuscrito do empresário Marcelo Bahia Odebrecht, presidente da maior empreiteira do País, que seria entregue a seus advogados. O bilhete, segundo a PF, contém a expressão ‘destruir e-mail sondas’. A PF informou ao juiz Sérgio Moro, que conduz as ações penais da Operação Lava Jato, que “como de praxe as correspondências dos internos são examinadas por medida de segurança”. A PF copiou o bilhete.
Segundo a PF, uma das provas da Lava Jato que pode incriminar Marcelo Odebrecht, preso desde sexta-feira, 19, é uma troca de e-mails entre funcionários da empreiteira. A mensagem eletrônica, de 2011, faz referência à colocação de sobrepreço de US$ 25 mil por dia em contrato de afretamento e operação de sondas.

Zuenir Ventura: Lula e o fogo amigo

Deve ter sido muito desagradável para os petistas ouvirem o líder dando razão a Garotinho, que um dia apelidou o PT de “partido da boquinha”
Parece até que Lula está em campanha. E, vai ver, está mesmo. Se estiver, deu esta semana os primeiros passos nessa direção, ao se descolar de Dilma e do PT que aí está, por meio de um discurso que lembra um candidato oposicionista de esquerda.
Será alguém saltando do barco enquanto é tempo, para um dia poder voltar?
Da presidente, ele disse coisas que só se costuma ouvir da boca de adversários, nem isso. Por exemplo: comparou-se a si e a ela a um “volume morto”. Foi tão duro que deve estar sendo difícil saber qual rejeição a está fazendo sofrer mais, se a dos eleitores (65%) ou a do seu criador.
Falando no seu instituto para um público de padres e dirigentes religiosos, o ex-presidente contou que fez a seguinte pergunta a Dilma: “Companheira, você lembra qual foi a última notícia boa que demos?”.
Ela não teria sabido responder, mas ele se lembrava de todas as más, que enumerou: inflação; aumento da conta de água, que dobrou; e de luz, que para algumas pessoas triplicou; da gasolina; do diesel; do dólar; das denúncias de corrupção da Lava-Jato. Não faltou a promessa de que não mexeria em direitos trabalhistas “nem que a vaca tussa”.
No seu segundo seminário, com a presença do ex-primeiro-ministro espanhol Felipe González, ele escolheu como alvo o partido, com a seguinte confissão: “A gente acreditava em sonhos. Hoje a gente só pensa em cargo, em emprego. O partido perdeu a utopia”.
Deve ter sido muito desagradável para os petistas ouvirem o líder dando razão a Garotinho, que um dia apelidou o PT de “partido da boquinha”.
Na verdade, se Dilma está irritada com as críticas, como informam os mais próximos, Lula anda preocupado também por não ter foro privilegiado, ou seja, não ser julgado pelo STF, o que o deixa sujeito a ser chamado a depor a qualquer momento.
Ele já disse que a detenção na sexta-feira dos presidentes das empreiteiras é um sinal de que o próximo alvo da Lava-Jato é ele, talvez pensando no que Emílio Odebrecht, pai de Marcelo, que está preso, e criador da maior construtora da América Latina, teria repetido em várias ocasiões — que se o filho fosse para a cadeia, seriam precisas outras três acomodações: “Uma para mim, outra para o Lula e outra ainda para a Dilma”.
Pode ter sido pura ameaça, mas, por via das dúvidas, a cúpula do PT está em estado de alerta.
Se em Curitiba tem gente que não está dormindo direito por causa do frio e do desconforto das celas, em outros lugares a Lava-Jato tira o sono por causa da perspectiva de prisão. Isso é uma novidade num país em que, como se dizia, isso só acontecia com preto, pobre e prostituta.

UPA EM TRÊS CORAÇÕES. ESPERANDO O ANO ELEITORAL?

Leitor e amigo deste Blog envia fotos da UPA, que anda devagar quase parando. Mas o que chamou a atenção do leitor foi a fiação elétrica da obra. Será que o "gato" está ali instalado?